
"Para um escritor, a página em branco é o maior lugar do mundo!" (Marla de Queiroz)
terça-feira, junho 14, 2011
Nostalgia

quarta-feira, junho 01, 2011
Pra você Anjo.

segunda-feira, maio 30, 2011
Adeus.

Tá doendo.

sexta-feira, maio 27, 2011
Chega uma hora que agente cansa.

domingo, maio 01, 2011
30 de Abril

sábado, abril 23, 2011
Ao destino.

sexta-feira, março 25, 2011
A presença da ausência..

Um dia de cada vez...

domingo, fevereiro 27, 2011
Lar, terrivel lar...

sábado, fevereiro 19, 2011
E tá doendo..

A ausência, o silêncio, o grito dos pensamentos, tudo faz o coração doer. As dúvidas, os medos, as incertezas causam tanta dor.
Sinto-me como se tivessem picotando meu coração lentamente com uma faca bem afiada.
Não sei se estou fazendo certo, não sei como você se sente. Você não me diz.
Eu queria poder pegar você em meu colo e te ninar até você pegar no sono, e depois velar seu sono apreciando seu rosto de anjo adormecido.
Eu queria me refugiar em teus braços, chorar no teu colo e deixar que tuas palavras preenchessem o silêncio que existe entre nós hoje.
Eu queria ser mais forte e ter auto controle quando o ciúme prevalece, para não dizer palavras frias que machuquem você.
Mas tá difícil. Nada do que eu quero é possível no momento, exceto o auto controle. Esse é o mais possível no momento, mas mesmo assim não é fácil e você sabe.
Desculpe-me se eu estiver fazendo algo errado, mas é que eu te amo demais e só quero cuidar de você, ter você só pra mim.
Não consigo suportar a dor da tua ausência.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Cristal quebrado
Dizem que confiança é como um cristal, uma vez quebrado jamais volta a ser consertado. O nosso cristal já foi quebrado uma vez, mas eu guardei o pedaço maior dos cacos em uma gaveta por um bom tempo. Na esperança de que ele fosse suficiente para que eu confiasse em ti novamente.
Eu tentei confiar de novo, não da mesma forma que confiei um dia, mas eu tentei. Dei mais uma chance, porém você não soube aproveitar. Não soube zelar. E infelizmente esse cristal não é uma coisa que possa ser cuidado por uma só pessoa.
E agora, o ultimo pedaço do nosso cristal foi quebrado. Se desfez em milhares de pedacinhos. Dessa vez não restou nenhum pedaço que possa ser recuperado. Agora já era.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Amizade X Amor

Ainda lembro-me de como era bom o seu abraço. Era quente, aconchegante e acolhedor.
Nos meus dias mais nebulosos, era a você que eu recorria, era em teu abraço que eu me jogava e me refugiava.
Suas palavras me eram tão doces, até mesmo quando sua intenção era puxar minhas orelhas por eu seguir o caminho errado. E olha, que a maioria das vezes eu seguia o caminho errado.
Eu adorava a forma como você sorria para mim, a forma como você me pegava no colo e me rodava e até mesmo quando você desamarrava os cadarços da minha bota e amarrava os meus dois pés para que eu pudesse cair quando fosse andar (e eu nem caia muito né). Adorava quando você me chamava de “Amora” ou de “Minha baixinha”.
Pergunto-me onde foi que a nossa amizade perdeu a direção? Tudo parecia ir tão bem até perdermos totalmente o controle e colocarmos tudo a perder.
Você não soube separar as coisas, não soube controlar seus sentimentos e não soube entender o meu lado.
Hoje você passa na rua e age como se eu fosse uma desconhecida. Como se tudo que agente viveu não tivesse importância alguma. Como se nossas lembranças tivessem sido apagadas, como a onda do mar apaga uma pegada na areia.
Sinto falta de ver você sorrindo, sinto falta de correr pra te abraçar quando tudo parece estar perdido para mim. Sinto falta do meu amigo, do meu irmão.
Sinto falta da amizade, do carinho, da magia que um dia existiu entre nós.
sábado, dezembro 25, 2010
Sozinha
Foi assim que passei o meu natal. Sozinha, preocupada e triste.O natal é uma festa tão bonita, a cidade fica enfeitada, as pessoas ficam mais ‘bondozas’, as famílias se reúnem, brinca-se de amigo-secreto, trocam-se presentes, fazem-se promessas e simpatias, deseja-se felicidade. Mas eu não consigo gostar de Natal.
É um clima muito familiar. Por mais belo que seja, por mais alegre que as pessoas fiquem, eu sempre fico triste no Natal.
Não gosto de festas familiares, reuniões de famílias, abraços em família, nada que relacione família. Não que eu não tenha família, não é por isso. Mas é que nunca fui muito afim desse puxa saquismo que rola em todo natal e/ou em qualquer outra comemoração onde se reúne família.
Gostaria de poder passar um Natal com amigos. Com pessoas que eu me sinto realmente à vontade. Mas como eu disse Natal é, geralmente, comemorado
Todos os anos eu faço de conta que gosto do Natal, participo das festas com um sorriso no rosto. Mas esse ano não tive clima nenhum para comemorações.
Foi estranho. Meu ano todo foi estranho. Comecei o ano sozinha, fiquei durante o ano todo sozinha e agora estou terminando o ano sozinha novamente.
As pessoas que eu gostaria de passar o Natal estão longe de mim, minha Estrelinha está doente e passando o Natal internada em um hospital e nem visitá-la eu posso, pois ela mora em outro estado.
Nada do que eu havia planejado deu certo. Mas tudo bem, já fiz o meu pedido ao Papai Noel.
Pedi-o, que nesse novo ano que está chegando tudo seja diferente. Que eu não fique mais tão sozinha, que eu conheça pessoas diferentes, que eu consiga ficar perto das pessoas que eu amo de verdade. Pedi também para que ele cuide da minha Estrelinha, para que ela fique boa logo para me fazer rir das besteiras dela.
Bom, apesar do meu Natal não ter sido nenhum pouco legal. Eu desejo a todos vocês um Feliz Natal. Espero que o de vocês tenha sido melhor que o meu.
Desejo também um Feliz Ano Novo. E que 2011 seja melhor para todos nós!
[Y.G]
sexta-feira, dezembro 10, 2010
Acordei tão estressada que não consegui aproveitar nada. Passei uma tarde de sol dormindo e quando a noite caiu fiquei dentro de casa de cara amarrada.
Calei-me diante algumas situações para não discutir.
Isolei-me por alguns momentos para não descontar meu mau-humor
Reclamei sozinha.
Resmunguei, feito uma velha o tempo todo.
Somente uma pessoa foi capaz de me arrancar um sorriso com apenas uma palavra. A mesma pessoa que fez e faz meu coração pulsar forte toda vez que fala comigo. A mesma pessoa que me dá forças sempre. A única pessoa que tem conseguido me acalmar durante os últimos dias. É por ela e somente por ela que ainda tenho força pra continuar.
Sabe o que é você perder o gosto completamente de viver? Você olhar para trás e ver que nada do que você fez valeu a pena. Você olhar em sua volta e ver que mesmo sem querer você só magoa as pessoas que gostam de você. Você precisar de um abraço, de uma palavra que conforta, de um silêncio que te refugie e não ter. Se não sabe eu lhe digo como é. É como você ir à praia em um dia nublado, frio e chuvoso. Não tem a menor utilidade.
A única coisa que fez meu dia de hoje valer a pena, foi ouvir a voz do meu anjo. Ouvi-la dizendo que me ama e que não vive sem mim. Se não fosse por isso eu pegaria meu dia de hoje e amassaria feito bola de papel e jogaria em uma lixeira fácil fácil.
Concluindo o inconcluivel (não sei se esta palavra existe, mas caso não exista, favor fazer de conta que existe): ando muito nervosa, estressada e com a cabeça cheia. Não gosto de final de ano. É um clima muito família, clima de despedidas, hora de se encontrar com os amigos, trocas de presentes, promessas para um ano novo, e toda essa coisa de final de ano. Isso não me agrada em nada, absolutamente nada. Se eu pudesse pularia logo para o mês de Junho e depois para o mês de Outubro. Inverno e Outono. Não há nada melhor.
Bom, o post de hoje foi totalmente sem nexo. Na verdade foi um desabafo, ou pelo menos uma tentativa..
[Y.G]
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Um dos motivos que levara Ana a se afastar das pessoas fora o envolvimento sentimental. Ana era como um imã que só atraia coisas negativas. Sempre que se aproximava de alguém, logo atraía negatividade e sempre magoava as pessoas ao seu redor. Decidiu então se afastar. Afastou-se dos amigos, da família, das coisas que gostava de fazer, dos lugares que freqüentava. Trancou-se em seu mundo. Um mundo cercado de lembranças que a martirizavam todos os dias.
A cada dia que passava, ela se sentia mais longe de tudo, como se tivesse entrado em um labirinto sem saída. Cercado por espinhos. Quando mais andava, mais se perdia. Quando mais tentava fugir, mais os espinhos a cercavam.
Até que um dia, encontrou uma porta. Uma porta grande, bonita, iluminada, muito chamativa. Ficou receosa no começo, tentava entender como aparecera uma porta ali no meio daquele labirinto sem fim? De onde veio? Pra onde iria? Ninguém respondera sua pergunta. Então resolveu arriscar.
Passo por passo, Ana se aproximava da porta. Ao abri-la encontrou um lugar lindo. Havia sol, céu azul, flores, um aroma de liberdade, crianças brincando nas ruas e... pessoas com sentimentos.
O primeiro momento foi estranho, foi como se acabasse de ganhar sua visão novamente. Era um mundo semi-novo. Era conhecido, porém algo estava diferente.
Aproximou-se pouco a pouco das pessoas, arriscou apaixonar-se. Ana estava adorando reviver tudo isso. Sorria como não sorria há tempos, seu coração vibrava de felicidade e seus olhos brilhavam como as estrelas do céu. Com o tempo, Ana fora esquecendo seus fantasmas, fora perdendo o medo da vida e permitia-se cada vez mais uma aproximação maior com as pessoas.
Certo dia, quando Ana caminhava sozinha pelas ruas, encontrou outra porta. Dessa vez muito mais chamativa, bem maior. Porém Ana sabia que não era certo entrar ali, mas a tentação era grande. Falou com algumas pessoas, pediu opiniões que só fizeram-na ficar mais confusa ainda. Decidiu entrar.
Era um lugar mágico. Um lugar onde ela esquecera absolutamente tudo, por questão de segundos. Ali, Ana se sentira totalmente renovada, como se acabasse de nascer. Vivera intensamente, como se não havesse conseqüências. Mas esse lugar havia uma regra, era possível viver ali por apenas algumas horas. Então Ana teve que ir embora. Mas ao passar novamente pela mesma porta que entrara, Ana deparou-se com seu labirinto interior, lugar de onde jamais deveria ter saído.
Percebeu então, que cometera mais uma vez o mesmo erro e a conseqüência fora ficar presa em seu eterno labirinto. Viu que aquele mundo alucinógeno pelo qual acabara de passar não valera a pena e que mais uma vez magoou as pessoas ao seu redor, que mais uma vez bricou com os sentimentos alheios.
Castigou-se entã. Condenou-se a morrer só e prometera a si mesma nunca mais aproximar-se de nenhuma porta. Só assim não machucaria mais ninguém.
E assim passara o resto da vida. Presa em seu próprio labirinto.
[Y.G]
sexta-feira, outubro 15, 2010
A cada dia que passa sinto-me mais distante de mim mesma. Não me reconheço mais. Ao olhar-me no espelho vejo que meu sorriso já não é mais tão verdadeiro, em meus olhos há uma sombra negra que esconde o brilho que a mim pertenceu um dia.
Sinto meu corpo pesado, meu coração (ou o que sobrou dele) dói cada dia mais, meus sonhos se distanciam cada vez mais de mim, meus pensamentos mudam constantemente e já não consigo nem ter mais o controle sob minhas lágrimas, que escorrem quando eu menos espero.
Não consigo me concentrar para ler, escrever e nem para ouvir música, que são três paixões minhas. Não consigo mais fazer nada que eu sempre gostei de fazer.
O que está acontecendo comigo? Onde é que está toda aquela esperança que me enchia de vida? E meus sonhos, onde foram parar? Será que nada do que fiz até hoje valeu a pena?
Quando eu digo que felicidade para mim é momentânea, ninguém acredita. Pois aqui está o motivo por eu dizer isso. Dias atrás eu me sentia a garota mais feliz, os meus fantasmas tinha se afastado de mim, eu me sentia leve e me permiti sorrir sem medo. E olha para mim agora, olha e veja como estou.
Estou tão cansada, cansada dessa mesmice que é minha vida, cansada da escola, de certas pessoas ao meu redor, cansada de brigar com minha mãe, cansada de não ter quem eu quero por perto quando preciso, cansada dessa dor no peito que dói como se tivessem me rasgando por dentro, cansada de ter que dormir e mais cansada ainda de ter que acordar. Simplesmente cansei de tudo, cansei de viver assim.
Preciso de férias. Férias de mim mesma. Preciso ir para um lugar distante e o mais isolado possível, onde eu possa descansar calmamente, sem nada nem ninguém para me pertubar. Um lugar onde não exista dor, tristeza e nem medo. É tudo que preciso.
[Yasmin Gomes]
terça-feira, outubro 05, 2010
A dor da partida
É tão difícil ter que despedir de pessoas que amamos, de pessoas que tiveram uma vida ao nosso lado, de pessoas que nos viram crescer, que nos ensinaram coisas, que contribuíram para que sejamos quem somos hoje. A saudade que fica é inexplicável, é uma dor tão intensa que agente pensa que não vai conseguir agüentar. Mas a vida continua e precisamos ser fortes, afinal a morte faz parte da vida.
Ontem recebi a notícia do falecimento do meu avô, o que não foi surpresa pra mim e creio que para a maioria dos nossos familiares e amigos. Mas é uma notícia triste, uma notícia que ninguém gostaria de receber.
O que mais doeu em mim nem foi o fato do meu avô ter falecido, ele agora vai poder descansar em paz, mas ver o meu pai inconsolável foi o que cortou meu coração em mil pedaços. Nunca fui muito ligada à família, sou seca e não demonstro nenhum sentimento por ninguém. Mas deixei meu orgulho de lado e consegui dar um abraço em meu pai.
Ver meu avô partir e deixar filhos, netos e bisnetos me fez pensar no dia em que meus pais não tiverem mais comigo. Senti medo. Não sei se eu saberei viver sem eles, não sei se eu saberei conviver com essa dor tão grande.
Não culpo Deus por ter levado meu avô. Muito pelo contrário. Agradeço-o por ter o levado. Meu avô viveu bastante, fez bastante coisa boa, teve sua missão cumprida e agora poderá descansar em paz.
Essa é a lei da vida, enquanto algumas pessoas morrem, outras nascem. É um ciclo pelo qual todos nós passaremos por mais de uma vez.
Só peço a Deus que guarde um lugar bom para meu avô, para que ele possa ter o seu merecido descanço.
E como disse uma prima minha: ‘Tchau Vovô, vai tocar viola no céu!”
[Yasmin G.]
domingo, agosto 15, 2010

Palavras soltas machucam, mas se elas ficam presas dentro da garganta machucam muito mais.
Elas asfixiam e podem até ser fatais.
Gostaria de poder soltar pelo menos uma parte das palavras presas dentro de mim, quem sabe assim eu conseguiria respirar melhor. Mas tenho medo, medo de machucar quem eu amo, medo de sofrer com as conseqüências.
E por causa desse medo às mantenho em cárcere privado, dentro da minha garganta.
Sinto-as lutando por espaço e no final quem sai machucada sou eu, como sempre.
[Yasmin Gomes]
segunda-feira, agosto 09, 2010
Palavras soltas ao vento
Eu sei que amanhã será tarde de mais,
que não os terei ao meu lado e
que sentirei falta de cada abraço perdido,
cada palavra que não foi dita, cada olhar que não foi cruzado.
Peço-lhes desculpas por ser assim,
fria, seca, e por parecer que não os amo.
Mas esse é meu jeito, não consigo mudar.
Sinto muito.
[Y.G]
